quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

AS BANCAS.... Ufááááá

Bom pessoal realmente só passando para poder explicar exatamente o que é esse tal de Tcc.
Algo totalmente inexplicavel.
Após meses encima de um trabalho, que tem por finalidade colocar digamos teu futuro em jogo, é algo totalmente desgastante, stressante, cansativo, mais no meu ponto de vista... foi muito bom...
Não sei se faria tão cedo novamente pois o coração véio não aguento um perto do outro. Mais foi algo que por incrivel, não caiu a ficha. Sabe aqueles fins de novela que passam todo um filme na tua cabeça, pois é.. 4 anos de dedicação, e agora tudo vai.. Tudo passa...
Bom então vamos falar um poko, após seis meses praticamente me dedicando a esse filho, eis que ele nasce, claro com alguns probleminhas, mais nada que posso arrumar com o tempo. Após isso tem que apresenta-lo, não sei nem o que é pior se é criar ou apresentar, duas tarefas muito dificéis, porém não IMPOSSÍVEL, pois se eu consegui...uauhauhauauha Missão impossível jamais isso só em coisa de filme.
Porém dia 09/12, foi o dia de apresenta-lo a tal BANCA. (Música de Suspense) Não tinha ido trabalhar, tinha pedido dispensa do trabalho, porém já acordei impaciente, só pensando naquilo, não cheguei a ter pesadelo nem nada, mais tava totalmente impaciente. Já havia feito algumas apresentações para meus pais, porém nada se compara em estar ali apresentando em frente da banca o trabalho. Chegando as 14h da tarde, eis que chega a tão esperada a hora, ate parece que está se apresentando na frente de um juiz, porém eis que são os 15 minutos mais bem aproveitados em minha vida. Obvio que fiquei nervoso, porém como haviam ditos amigos, conhecidos, familiares: NO FINAL DA TUDO CERTO". E com isso acabei me tornando com 99,9% como um futuro e bom publicitário. (Claro que faltam mais duas cadeiras mais o mais DIFICIL, pode-se dizer que já foi....)
Desde já começo fazer os meus agradecimentos a Deus por esse momento, aos meus pais por essa oportunidade que muitos não tem condições, aos meus avós por tudo, ao meu irmão e minha namorada pelo companheirismo e apoio, aos meus grandes amigos: Rafa, Gus, Dani, etc.. Resumundo AMO TODOS VOCÊS POR TUDO QUE REPRESENTAM PRA MIM E POR TUDO QUE SÃO... OBRIGADO POR TUDO.. VLW!!! E ATÉ A PRÓXIMA

O que você faria?

Sinopse: Sete executivos disputam uma vaga numa empresa em Madri (Espanha). No mesmo dia, uma reinião do G-8 faz com que as ruas da capital espanhola seja ocupada por violentos manifestantes. Mesmo assim, os candidatos participam da seleção, cujas provas são elaboradas baseadas num chamado Método Grönholm. Fechados numa sala, os candidatos têm de descobrir quem é o agente da empresa infiltrado entre eles, entre outras provações.
Diante disso pode-se fazer vários considerações sobre o filme visto:
  • O filme argentino mostra um processo de seleção para uma grande empresa, onde todos os candidatos tem o objetivo de se tornarem um grande executivo, bem estilo o Aprendiz de Roberto Justus, onde ficam confinados em uma sala, participando de um jogo, até o último ficar com a vaga.
  • Esse filme mostrou vários exemplos, de como devemos se ligar com as coisas que estão acontecendo em nosso ambiente organicional e também pessoal, principalmente a falta de ética profissional.
  • A falta de leis em um jogo que é altamente pode-se dizer desorganizado, onde todos podem arma-se uns contra os outros, podendo ficar com a vaga, tornando-se mais um jogo de interesse, um verdadeiro jogo sujo.
  • De como existem aquelas pessoas que mudam de opinião facilmente, dependendo do tipo de abordagem que lhes é feita. A maneira como as coisas transcorreram tem grande influência no comportamento dos candidatos, porém quando se tem princípios claros estes não mudam tão fácil conforme as circunstâncias.
  • Mostra-nos também de como as empresas estão pouco interessadas, em saber quem vai ficar com a vaga e sim que faça o melhor para eles.
  • O jogo da manipulação, onde precisa-se pisar encima do outro para estar bem, pouco ligando para as diferenças, e sim de um jeito simples de eliminar o seu concorrente.

Vivemos em um mundo onde as empresas estão cada vez mais preocupadas em si, onde realizam jogos para ver quem serão seus futuros colaboradores. Por um lado vejo de uma maneira certa, é como um processo seletivo só como uma maneira mais divertida, do quer ser uma maneira tensa o que ocorre geralmente, por outro lado, vejo que levam as coisas na brincadeira, não sendo um negócio muito, digamos de caráter sério.

Bom resumindo é um filme excelente, onde levanta várias hipoteses sobre o que vivenciamos em um mercado altamente competitivo.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Crise do Apagão



Essa imagem traduz o verdadeiro sentimento que nós brasileiros estamos passando. Mais um assunto polêmico a ser tratado aqui, sobre nosso querido país Brasil, a crise do APAGÃO, mais essa é apenas mais uma de várias crises que estão por vir. A pergunta é que fica: "O que mais falta acontecer?"


Em um país com riquezas naturais, em muitas áreas sendo auto-sustentável, passando mais uma vez por essa crise. Em uma presidência ridicula, por um presidente analfabeto, que em casos que a corrupção é flagrada, me fala que as imagens não provam nada. Meu Deus aonde vamos parar!


Bom então vamos falar um pouco do escândalo do apagão, pois reclamar não adianta nada, o que nos basta é só REZAR para dias melhores.


"Apagão" é um termo que designa interrupções ou falta de energia elétrica freqüentes, como Blecautes (do inglês blackout) de maior duração.




O primeiro apagão ocorreu nos dois últimos anos do governo de Fernando Henrique Cardoso, em 2001 e 2002, sendo causado por falta de planejamento e investimentos em geração de energia. Abaixa segue uma ilustração IRÔNICA que realmente é que o brasileiro tem que fazer é esquecer os problemas e pagar por impostos que são revertidos em salários de deputados, senadores corruptos.




Pra não faltar defeito depois de inúmeros acontecimentos (mensalão, desvios e mais devios) na presidência de Lula surge mais uma vez o APAGÃO mais agora do Lula, vamos a alguns fatos, segundo Ricardo Noblat:
  • Apagão do Bom Senso: segundo Tarso Genro foi um micro incidente. Afetou 18 estados e 88 milhoes de pessoas. Sobrou para sete milhões de paraguaios . Durou cinco horas e 47 minutos, onde pela primera vez param todas as turbinas da hidréletrica de Itaipu.
  • Apagão de Gestão: um ou três raios no interior de São Paulo desliguem Itaipu e apaguem o país. Falhou o sistema de “ilhamento” capaz de confinar o problema a uma só região.
  • Apagão de responsabilidade: Lula sumiu. Dilma Rousseff, também sumiu. Edison Lobão, o atual ministro, foi escalado para ser "a cara do apagão".
  • Apagão de comunicação: o falatório desconexo das autoridades e dos técnicos adensou a escuridão. As explicações desencontradas comprovaram que o governo não tinha a mínima idéia sobre o que dizer à população no primeiro momento – nem no segundo.
  • Apagão de compostura: Dilma foi grosseira com os jornalistas. Só faltou jogar nas costas da mídia a culpa pelo apagão.
  • Apagão de respeito ao cidadão: em toda a algaravia produzida pelo governo havia apenas uma preocupação comum: bater forte na tecla de que o apagão da dupla Lula/Dilma não era tão grave quanto o apagão de Fernando Henrique Cardoso.
  • Apagão de autoridade: empenhado em tentar esquecer o assunto, o governo atravessou a fronteira que separa o legítimo exercício do mando do deplorável exercício do autoritarismo.
  • Apagão de gerência: um setor técnico e estratégico como o de energia foi loteado entre os dois maiores partidos da base do governo: PT e PMDB.
  • Apagão de regulação: criadas no governo FHC para regular os principais setores estratégicos com base em critérios técnicos e a salvo de ingerências políticas, as agências foram desidratadas de recursos e aparelhadas politicamente.
  • Apagão de hierarquia: para evitar guerra interna e sabotagens entre aliados que dividem o comando do setor de energia, Lula deu todo o poder a Dilma para comandar os comandantes.

Bom pessoal após tudo isso realizado por Ricardo em uma sacada genial em falar como tudo envolve o apagão encerro esse assunto como nosso querido presidente fez ao saber do APAGÃO.........................................................................................................................................................

Classe C

O que falar da nossa querida, amada e adorada Classe C, do qual a maioria dos brasileiros se encaixam e que se não fossem meus queridos pais, com certeza estaria fazendo parte da mesma. A classe que eu admiro e que de certo modo faço parte, por ser um povo trabalhador, honesto e digamos com a cara do Brasil.

Bom mais vamos falar porque as grandes esperanças das empresas estão depositadas na emergente classe C. Uma pesquisa exclusiva mostra como esses 80 milhões de brasileiros se dividem, como se comportam.

"Há 15 anos, as empresas pegavam os produtos que desenvolviam para os ricos e os ‘depenavam’ para vender aos consumidores de baixa renda", diz Rodrigo Azevedo, gerente-geral de marketing para refrigeração da Whirlpool. "Hoje, para estar à frente dos concorrentes, é crucial encontrar maneiras de oferecer a esses consumidores aquilo que eles realmente desejam."

Para vermos como a sacanagem já comia a solta, digamos o resto da comida que sobrava dos ricos, eram designadas para nós. A gentalha como diria o nosso amigo Kiko do Chaves. O que realmente um absurdo, pois me vem a cabeça uma música do Zeca Pagodinho: "É gente que vive chorando de barriga cheia", pois hoje a maioria do consumo são voltados para essas pessoas, vejo isso bastante nas CASAS BAHIA..uhauhauha (24 vezes sem juros "SÓ AMANHÃ NAS CASAS BAHIA")


Segundo o estudo, em 2005, 15% da população brasileira estava nas classes A/B de consumo, 34% na classe C e 51%, nas classes D/E. Em 2006, houve uma migração: 18% estavam nas classes A/B, 36% faziam parte da classe C e 46% estavam nas classes D/E.

O que percebe-se é que a classe C é que domina o grande centro das atenções do consumos, o que faz com que muitas das empresas se voltem a esse segmento de mercado.

A despeito dos possíveis protestos dos politicamente corretos, a declaração de Azevedo pode ser traduzida assim: o consumidor da classe C se transformou num pobre exigente. Num movimento iniciado em 2000 - e intensificado nos últimos três anos, com o aumento da renda do brasileiro e a abundância de crédito -, esse consumidor ascendeu socialmente e passou a se deliciar com as possibilidades de consumo, tornandose o grande vetor de crescimento do mercado doméstico. Hoje, em meio à crise financeira, atender às suas demandas tornou-se ainda mais premente, já que muitas empresas acreditam que a baixa renda é que vai segurar boa parte do consumo interno.

Quanto mais miram na classe C, mais as empresas sentem a necessidade de conhecer a fundo esses consumidores.
Uma pesquisa encomendada pela agência Nova S/B ao Ibope - e obtida com exclusividade por EXAME - acaba de revelar novas informações sobre esse universo. "Tendemos a ver esses consumidores como um monolito, mas isso é um erro", afirma João Roberto Vieira da Costa, sócio da Nova S/B.
  • O primeiro passo do levantamento, iniciado em junho do ano passado, foi analisar os dados contidos em 4 500 entrevistas feitas com consumidores da classe C para o estudo Target Group Index, do Ibope Media. Os pesquisados foram homens e mulheres com idade entre 18 e 64 anos, residentes no Sul, no Sudeste e no Nordeste do país, responsáveis por, pelo menos, 50% das compras da família e com renda média mensal de 1 300 reais - um grupo de pessoas que representam cerca de 30,5 milhões de brasileiros.
  • Depois dessa análise, o instituto partiu para uma segunda fase. Nela, pesquisadores e funcionários da agência de publicidade monitoraram por três meses o uso que 31 homens e mulheres emergentes, com renda familiar mensal entre 1 000 e 2 500 reais, faziam de seus recursos. O objetivo era demonstrar que esse público não tem um comportamento uniforme, e sim perfis diferentes. O acompanhamento foi feito por meio de um diário de despesas, em que os consumidores anotaram seus gastos durante os meses de setembro, outubro e novembro do ano passado. A conclusão é que essa gigantesca massa de consumidores pode ser dividida em três tipos bastante distintos.

Um dos perfis que o estudo identificou é o que o Ibope e a Nova S/B batizaram de consumista.
Constata-se através de todos esses dados que as empresas se focam em mercados consumidores que crescem gradativamente e desproporcionalmente. A classe C, é que mais cresce, devido a grande piada de não terem TV em casa..

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Reuniões de Trabalho


Reunião é o encontro de duas ou mais pessoas com propósito de discutir algum tema ou realizar alguma atividade. Uma reunião tem geralmente como tema de discussão negócios ou assuntos comunitários. Nas organizações as reuniões são importantes eventos para contato pessoal e comunicação entre os coparticipantes.



Pesquisas feitas no Brasil indicam que os executivos utilizam 20% a 30% de seu tempo participando de reuniões, enquanto que nos Estados Unidos, o envolvimento é de até 50% nesta mesma atividade.




Constata-se através do contexto acima que as reuniões para uns são considerados como método fundamental para se tomarem decisões de determinado assunto para outros vistas como uma simples perda de tempo. Geralmente reuniões são ferramentas importantíssimas na colaboração, trabalho em equipe e na gestão empresarial.

A quem diga melhor com elas pior sem elas. No meu ponto de vista as reuniões são essenciais para tudo, tanto para empresas (onde nelas são feitas projeções, ou ideiais para melhorias para o futuro da empresa) e também para nosso vida familiar (onde se planejam os futuros, ou principlamente problemas que são resolvidos com dialogo). Vejo que reuniões em demasia podem causar: cansaço, desgaste, etc. visto que só acontecem por algum motivo ou quando extremamente necessário.

No mundo dos negócios exitem três tipos de reuniões a serem realizadas:
  • Reunião Informativa

  • Reunião de Check List

  • Reunião de tomada de decisão

O tempo de uma reunião deve seguir dois tópicos essencias:

  • para atingir-se os objetivos lançados

  • mais de duas horas, predjudica a importância de uma reunião.

Você pode tornar suas reuniões mais eficientes seguindo estas dicas:

1. Tenha uma agenda pré-definida
2. Preparação Prévia dos Participantes
3. Escolha alguém para registrar a minuta
4. Não permita que assuntos sejam misturados.
5. Mantenha as reuniões dentro do horário de trabalho.
6. Trabalhe com dados, não com política.
7. Controle o tempo.
8. Escolha o ambiente correto.

Veja mais em: http://ogerente.com/congestionado/2006/10/17/reunioes-eficientes/

Administrando o Tempo

Em um exercício realizado na cadeira de Tópicos Especiais sobre como administrar o tempo ministrado pela professora Laura Gluer, elaboramos uma tarefa sobre o tema aonde foi muito dificil conciliar e distribuir os horários em 24h exatas de sua vida profissional com sua vida no lazer.

Hoje, sabemos que é praticamente inevitável ficar menos que 8h dentro de suas empresas todos as pessoas geralmente ficam muito mais, procurando sempre "livrar-se" de seus serviços para tentar ter um pouco de sossego. Ou se não surge sempre aqueles serviçinhos de última hora, quando você está de saída do trabalho, que exige no mínimo uma duas horas de sua atenção "Se aproveitares bem o dia de hoje, dependerás menos do de amanhã”. Sêneca

No exercício, tentei distribuir da melhor maneira possível entre horas de trabalho, estudos e lazer, porém de 24 h, passei uma 1h10min, ou seja, preciso me organizar melhor nesse tempo. Quanto o horário que eu desejasse as coisas como eu queria, organizei meu dia em um horário certinho, porém como pouca das coisas acontecem de como nós queremos, temos que se acostumar com a nossa rotina, que apesar de ser cansativo, nós não conseguimos viver sem elas, pois são hábitos, horários, que você se dedicou a mais de anos e que o organismo do ser humano se adapata. O ser humano é um ser que se adapta em tudo que é lugar, sempre buscando o seu jeitinho de se organizar em certos pontos-de-vistas inadequados a muitas pessoas.

“Falta de tempo é desculpa daqueles que perdem tempo por falta de métodos”. Albert Einstein
Através do nosso querido filosofo Einstein, pode-se perceber que a pessoa que não consegue se organizar no horário do qual lhe é diposto considera-se um desorganizado. Confesso que como todo bom brasileiro entro nesse meio devido ao fato de deixar muitas coisas para ultima hora o que de certa forma prejudica no ser humano, seja em um ambiente de trabalho, seja em um ambiente familiar, pois quando ocorrem muitas coisas o ser humano tende a stressar por qualquer coisa.

Peter Drucker lança o seguinte desafio para uma reflexão sobre como anda sua administração do tempo:
1. O que eu estou fazendo que não precisa ser feito?

Fazer atividades relacionados a faculdade em horários de lazer e não em horário de expediente de serviço.
2. O que eu estou fazendo que poderia ser feito por outra pessoa?
Coisas insigficantes que de certa forma poderia estar deixando para outra hora, devido a quantidade de prioridades que são lhe impostas no dia de trabalho. Querer abraçar tudo de uma uma vez.
3. O que eu estou fazendo que apenas eu posso fazer?
Trabalhos gráficos, relacionados a publicidade e propaganda
4. O que eu deveria fazer que não estou fazendo?
Me dedicar mais aos estudos e praticar esportes.

ATITUDES PARA ADMINISTRAR O TEMPO:

  • Fazer o planejamento diário
  • Focar-se nas prioridades
  • Minimizar o tempo improdutivo & otimizar o tempo produtivo

Quanto essa imagem acima posso tirar a simples conclusão, não deixa o tempo dominar você, tente organiza-lo da melhor maneira possível para que as coisas fluam naturalmente sem precisar de força bruta humana para fazer qualquer coisa. NO STRESS! Como diria nosso grande amiga Marta Suplicy " Relaxe e goze! " façam as coisas de maneira correta para que no final você fique tranquilo.

Cultura e Comportamento Organizacional

“A cultura é pensada como um conjunto complexo de valores, crenças e pressupostos que definem os modos pelos quais uma empresa conduz seus negócios. Tal núcleo de crenças e pressupostos básicos são, naturalmente manifestos nas estruturas, sistemas símbolos, mitos e padrões de recompensa dentro da organização.” (Pettigrew)

Partindo desse pressuposto, percebe-se como esse termo é complicado de se lidar. Atualmente adaptar-se as exigências que são impostas por empresas a novos colaboradores torna-se complicado ainda mais quando essa pessoa pretende entrar em grupo já fechado. O que pode causar constrangimentos, incomodações, intrigas, etc... Outro aspecto interessante em se analisar nessa situação acontece quando empresas precisam se adaptar as necessidades em que o mercado impõem fazendo com que haja modificações em suas estruturas o que para alguns funcionários é motivo para revolta.

O grande fator chave desse assunto no meu ponto de vista é a palavra adaptar-se que significa Fazer que uma coisa se combine convenientemente com outra; acomodar, apropriar. Adaptar-se praticamente a tudo é conhecer, sentir e acompanhar a dinâmica organizacional. Tornar-se uma questão de sobrevivência, posicionando a organização no mercado. Afinal, as organizações necessitam do comprometimento dos indivíduos para sua produtividade.

O sucesso de uma organização só depende da comunicação entre todos os funcionários. A organização que "ouve" seus funcionários como um caminho para mostrar suporte e aceitação, que entende e detecta as diferenças de percepção entre os indivíduos, ocasiona um ambiente mais aberto e este ambiente faz com que os funcionários tenham maior satisfação pela empresa.


Constituem elementos culturais:

  1. Valores
  2. Crenças
  3. Ritos, rituais e cerimônias
  4. Estórias e mitos
  5. Tabus
  6. Heróis
  7. Normas
  8. Processo de comunicação


Segundo Robbins, 2002 "comportamento organizacional é um campo de estudos que investiga o impacto que indivíduos, grupos e estrutura têm sobre o comportamento dentro das organizações, com o propósito de utilizar esse conhecimento para a melhoria da eficácia organizacional".

Através desse conceito percebe-se o quanto é relevante saber com funcionários como eles avaliam a empresa, para assim encima disso analisarem o perfil e com isso procurar solucionar possiveis problemas.

É um tema realmente complexo devido estarmos passando por isso em nosso dia-a-dia, estou trabalhando em uma empresa a dois anos e vejo que essa situação, de perfil de pessoas não terem se encaixado devido ao fato de não haverem se adaptado as rotinas de trabalho impostos, ou a cultura organizacional de uma empresa, faz com que o mercado de trabalho torna-se um negócio muito passageiro, ciclico, tornando-se assim preocupante para pessoas que buscam uma vida estável.

domingo, 29 de novembro de 2009

SICREDI - SISTEMA DE CRÉDITO COOPERATIVO

Perfil

O Sistema de Crédito Cooperativo - SICREDI opera com 130 cooperativas de crédito e mais de 1.000 pontos de atendimento em dez estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Pará, Rondônia, Goiás e São Paulo).
A organização em sistema, com cinco Cooperativas Centrais, Confederação, Banco Cooperativo e empresas controladas (Administradora de Cartões, Administradora de Consórcios e Corretora de Seguros), além da SICREDI Participações S.A., com atuação de forma integrada, proporciona ganhos de escala, fortalecimento da marca e maior competitividade. Hoje, o SICREDI possui no Brasil mais de um milhão e quinhentos mil associados.
Com origem essencialmente no setor primário, o SICREDI atua nos centros urbanos, por intermédio das cooperativas de livre admissão e/ou por meio de cooperativas de crédito segmentadas, que são aquelas ligadas a categorias profissionais ou segmentos econômicos específicos. Com o fortalecimento institucional do SICREDI e de outras instituições de mesma natureza, foi crescendo a abrangência de atuação do cooperativismo de crédito, com a significativa ampliação do volume de recursos administrados, o aumento do contingente de associados e a disponibilização de uma maior gama de produtos e serviços.






No dia 14/10, a turma realizou uma visita ao SICREDI. Mais antes de começar a falar um pouco do que foi falado nessa visita permita-me fazer uma observação: "Antes passava na frente de carro é já achava tudo luxuoso por fora, entrando lá vi que aquilo tudo mostrava que é uma empresa altamante organizada e bem estruturada em seu ramo, com suas tecnologias, equipamentos, sistemas de segurança, etc".



Bom então voltamos ao assunto, estando lá obtivemos a presença de grandes profissionais porém em áreas diferentes:


  • Responsável pela área de ouvidoria*: pelo que vi no site, é uma empresa que se preocupa muito com seu associado e procura das diversas e melhores maneiras possíves ter toda a atenção do mesmo em todos os segmentos (SICREDI Seguros - parceria Mapfre, SICREDI Seguros - parceria Icatu Hartford, SICREDI Previdência- parceria Icatu Hartford), e dependendo do produto e serviço o cliente pode possuir um atendimento eletrônico 24 horas.

  • Responsável pela área de comunicação: explicou detalhadamente como é a estrutura da empresa atualmente (como citado anteriormente e pelo que se pode analisar pelo próprio site) e como é realizada a comunicação. Como foi evoluindo a comunicação com a empresa com a necessidade de chamar novos clientes, os CD (Centro de Distribuição) de demanda do Sicredi, que é formada como citado anteriormente por 130 cooperativas de crédito singulares.

Bom em nossa área de Comunicação Social em Publicidade e Propaganda tivemos a oportunidade de conhecer algumas das "idéias geniais" de marketing utilizados pela cooperativa:

  • Poupedi, a poupança do Sicredi
  • "Vem ser dono, vem pro SICREDI"

Outro ponto que temos que ressaltar aqui é o site, na minha opinião excelente ferramenta de comunicação, bem explicativo (trazendo notícias, informações ao cliente, etc) dinâmico (utilizando jogos para se interar do assunto)

Obs:

  1. na palestra de ouvidoria cheguei no final então por isso não poderei fazer grandes explicações;

  2. desculpa não me lembro o nome de nenhum dos profissionais mais sei que tinha grande experiência em seus cargos, por isso peço desculpas.

domingo, 25 de outubro de 2009

Marketing de Luxo - Case Louis Vuitton

O marketing de luxo sempre esteve presente na sociedade, desde a antiguidade em tempos em que a riqueza associava-se a luxiosidade. Aqui pode-se citar a figura de Cleópatra, onde se esnobava de tanto glamour. Imaginem naquela época se a Cleópatra visse suas escravas, utilizando as mesmas roupas que ela, com certeza ela iria ter um treco.

O luxo antes era mais designado a pessoas que possuíam maior poder aquisitivo, pode-se perceber que isso foi rompendo-se com o tempo, antigamente o luxo estava associado à riqueza hoje está mais visto como o poder de embelezar-se. Com isso voltamos à questão de que até as pessoas que possuem pouco de poder aquisitivo, podem se considerar luxuosas. Grande exemplo disso, é quando coloca-se uma roupa nova se embeleza-se um pouco, e aparece uma pessoa para você e diz: “Meu Deus como você, está chique!”.

Dependendo em que contexto pode-se associar o luxo, ele pode estar presente em características pessoais como: simplicidade, humildade, exclusividade, etc. Pois são características em que se podem determinar a luxiosidade de uma determinada pessoa.

Em conseqüência disso pode-se constatar que o luxo está presente a tudo aquilo que se compra para fazer bem, são considerados como produtos hedônicos, ou seja, que dão prazer àqueles para as pessoas que o compram. Para toda marca de luxo há um segmento no mercado, ou seja, há um publico específico que possui condições de pagar os preços exorbitantes para realizar suas vontades.

No Brasil, esse mercado cresce 35% ao ano e fatura R$ 2,4 bilhões, contando apenas as marcas tradicionais, a tendência se confirma: cresce a procura por profissionais formados em anos de mercado e com um diploma de peso no currículo para gerir as subsidiárias locais.
Nos últimos cinco anos, desembarcaram por aqui a exclusiva joalheria Tiffany, a única loja do estilista italiano Giorgio Armani na América Latina, a fabricante de relógios Bulgari, a grife italiana de jeans Diesel e sua conterrânea Dolce & Gabbana. Também a Louis Vuitton, um dos símbolos máximos desse mercado, transferiu para São Paulo sua filial na América Latina, antes sediada em Buenos Aires, na Argentina.

O perfil do luxo no brasileiro:

  • Os produtos mais consumidos são: moda, bebidas, jóias, cosméticos e hotéis.
  • As marcas mais consumidas são: Armani, H Stern, Tiffany, Channel e Luis Vuitton.
  • O perfil consumidor no Brasil são mulheres de 26 à 35 anos, casadas, sem filhos, formação superior, paulistanas e gastam R$ 5.800,00 por mês

Analisemos agora uma das marcas que atualmente tornou-se a maior potência do luxo mundial.

Sua trajetória começou em 1854 quando o Louis Vuitton fabricou as primeiras malas para a imperatriz Eugenie, esposa do imperador Napoleão III, da França, e como toda a empresa de sucesso passa por inúmeros no decorrer de sua história até chegar ao seu status. Hoje a loja encontra-se com:

  • 400 lojas espalhadas pelo mundo;
  • A empresa fatura 5 bilhões de dólares;
  • 16ª marca mais valiosa do mundo (segundo uma pesquisa consultoria Interbrand)
  • Conta com a participação do empresário Bernard Arnault, 13º mais rico do mundo, com patrimônio estimado em 25,5 bilhões de dólares;
  • 414 lojas franquiadas são próprias.
  • A empresa possui dezenas de arquitetos pelo mundo – só em Paris são mais de 30.
  • Fatura 20 bilhões de dólares por ano e possui cerca de 60 marca e seus materiais são altamente valorizados por sua autonomia de produção: uma bolsa é feita por grupo de 6 a 12 funcionários.
  • Toda a nova estratégia do grupo vai depender de um bom desempenho nos mercados emegentes, um deles é o BRIC (Brasil, Russia, India e China).

Anteriormente a Louis Vuitton era reconhecida apenas como uma empresa de acessórios, até a chegada de Marc Jacobs em 1998. Aconteceram duas mudanças:

1. De imagem – com os desfiles de roupas, deram a LV uma aura fashion que uma empresa de bolsas dificilmente consegueria. As roupas vendiam pouco, estimava-se que apenas significavam apenas 10% das receitas das marcas.
2. Intensa verticalização dos negócios da empresa – novas fabricas foram construídas e mesmo os produtos terceirizados passaram a ser submetidos a um rigoroso controle de qualidade.

Suas coleções resgataram o prestigio da marca e o tornou o rosto da empresa, com Marcos Jacob a empresa passou a ser uma marca de moda.

Redes Sociais - Case Kmiseteria


Rede Social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. A rede é responsável pelo compartilhamento de idéias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados.

Essas redes sociais estão hoje instaladas principalmente na Internet devido ao fato desta possibilitar uma aceleração e ampla maneira das idéias serem divulgadas e da absorção de novos elementos em busca de algo em comum.

Segundo Fritjof Capra, "redes sociais são redes de comunicação que envolvem a linguagem simbólica, os limites culturais e as relações de poder".

As Redes Sociais Virtuais são grupos e/ou espaços específicos na Internet, que permitem o compartilhamento de dados e informações, sendo estas de caráter geral ou específico, das mais diversas formas (textos, arquivos, imagens fotos, videos, etc.). Há também a formação de grupos por afinidade, com ou sem autorização, e de espaços específicos para discussões, debates e apresentação de temas variados (comunidades, fóruns, twitter, sites de relacionamento).
Hoje as Redes sociais são responsáveis por 62% do tráfego na internet brasileira e são uma das principais formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais. As redes sociais mais populares no Brasil são:
Orkut, rede social filiada ao Google, criada em 24 de Janeiro de 2004 com o objetivo de ajudar seus membros a criar novas amizades e manter relacionamentos;
  • Flickr, site de hospedagem e partilha de imagens fotográficas (e eventualmente de outros tipos de documentos gráficos, como desenhos e ilustrações);

  • Facebook, website de relacionamento social lançado em 4 de fevereiro de 2004.

  • Twitter, rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos.

A internet surgiu como uma forma de comunicação militar nos Estados Unidos. A partir de 1995 houve o BANG no mundo, onde muitos a aderiram para as suas necessidades. A Internet hoje pode repassar informações muitas vezes restritas em alguns locais.

A comunicação online está cada vez mais acessível às pessoas, um dos principais fatores a esses acontecimentos se dá a conectividade, onde a proximidade de tudo e de todos se tornou mais facilitada.




Um dos grandes cases das redes sociais virtuais é a empresa Camiseteria, onde mostra a evolução de um mercado globalizado, utilizando os meios mais populares de redes sociais, onde pode-se destacar o twitter como meio de competição para realizar artes de estampas para camisetas.

A Camiseteria tem como objetivo atrair um usuário que goste de trabalhar com desenhos, assim este acaba enviando o layout para o site. Os empresários colocam a imagem como a estampa das camisetas e colocam a venda. Caso obtenham muitas vendas, a pessoa que forneceu o layout ganhar uma porcentagem do dinheiro. O processo inteiro é realizado pela internet, para participar é só se cadastrar no site http://www.camiseteria.com/

sábado, 24 de outubro de 2009

Case Nestle



Abaixo segue em forma de tópicos o porque a empresa Nestlé, torna-se uma empresa que possui reconhecimento, em todo o país.
  • A estratégia de investir no futebol tem a ver com o posicionamento da empresa, que é estar associada a conceitos de nutrição, saúde e bem-estar.
  • Filosofia de Zurita “TORNAR A NESTLÉ CADA VEZ MAIS POPULAR”
  • Nestlé foi eleita, por consumidores de todas as classes sociais, a segunda empresa de maior prestigio de Anuário. Época NEGÓCIOS100 e a campeã em indicadores como qualidade dos produtos, confiança e ética e admiração.
  • A Nestlé só tinha produtos para a Classe A.
  • Zurita queria resgatar na Nestlé:

    O poder individual do produto, vinculado a marca mãe e com capacidade para atingir todos os públicos:

    1. A primeira medida foi substituir 16 ou 18 diretores que estavam na casa, trazendo executivos mais afinados em filosofia.
    2. Em seguida eliminou 50 marcas do portifólio, num total de 500 itens.
    3. Processo de regionalização, dividindo os vários cantos do Brasil por perfil socioeconômico e de consumo.
    4. Após dividiu criando os chamados guardiões da marca - executivos responsáveis por cada uma das grifes da Nestlé.
    5. Ao total são 17 líderes de unidade de negócios que tem orçamento próprio e trabalham com cédulas independentes dentro da companhia.
    6. Foi desenvolvido o Share Service divisão que presta serviços comuns a todas as áreas que compõem uma empresa.
  • Os produtos Nestlé passaram, então, por ampla reforma visual-alguns, como os chocolates, batizados com o próprio nome da empresa.
  • Incessantes pesquisas com os consumidores. A Nestlé despacha funcionários para 200 dois mais ponto-de-vendas do país.
  • MISSÃO: observar hábitos de compra de quem está adiante das gôndolas.
  • Visitas rotineiras de casas de família de baixa renda para detectar os anseios dessa classe.
  • Imersão nos lares de quem está na chamada base da pirâmide tornou-se prática e corriqueira entre fabricantes de alimentos bebidas ou produtos de higiene e limpeza.
  • Da abordagem realizada pela Nestlé, surgiu a idéia de criar um sistema de venda direta parecidos com da Avon e Natura – casos estudados pela empresa.
  • Atualmente 5,8 mil mulheres circulam com carinhos pintados com as cores da empresa nas ruas da periferia de São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória, Curitiba e Belo Horizonte para venderem kits com produtos da marca.
  • Os produtos vendidos na porta dos consumidores custam entre 15% a 20% mais caro do que nos supermercados. A vantagem é podem pagar a contar no dia em que recém o salário ou parcelar.
    Além disso é uma forma de gerar recursos para as mulheres que vendem os produtos Nestlé. São donas de casa sem nenhum tipo de experiência.
  • Em investimentos de R$ 100 milhões com classe de baixa renda, a Nestlé faturou R$ 300 milhões.
  • Quando Zurita assumiu o comando da filial brasileira, o faturamento era de R$ 5,9 bilhões e em, 2007 chegou a 13 bilhões.
  • Segundo a consultoria Brand Finance, a marca Nestlé, no Brasil, está avaliada em R$6,3 bilhões, no quinto lugar do ranking das 100 mais valiosas do país.
  • A Nestlé Brasil com as empresas coligadas está presente em 98% dos lares brasileiros. São 28 unidades industriais localizadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Espírito Santo.
  • Emprega 16,7 mil colaborados diretos e gera outros 220 mil empregados indiretos, que atuam na fabricação. Comercialização e distribuição dos 1,3 mil itens das 200 marcas que a empresa vende no país.
  • Pra jovens entrevistados pela Troiano para o Anuário Época NEGÓCIOS 100, a Nestlé é considerada a empresa de maior prestigio no Brasil, a frente da Petrobras. Prestigio que cada vez aumenta com os projetos sociais da Nestlé. Um deles é o Programa Faz Bem Nutrir, já beneficiou 865 mil crianças e, 3 mil escolas.
  • Programa Faz Bem Nutrir: lançado em 1999, tem como objetivo prevenir, por meio da educação alimentar, a desnutrição em crianças e adolescentes de 5 a 14 anos, que vivem em condições socioeconômicas desfavoráveis. Os 8,5 mil educadores capacitados pelo programa transmitem com base em uma metodologia lúcida, conceitos de saúde, higiene e aproveitamento máximo dos alimentos.
  • Outro importante princípio da empresa é de não importar matéria-prima.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Gestão de Crises


A pergunta é quem nunca passou por uma crise?
Tanto na vida pessoal quanto na vida empresarial.

Somos humanos falíveis e estamos direito ao erro, para que com eles possamos aprender e assim nas próximas oportunidades melhorar, ou estarmos sempre em busca de desafios para não deixar que algo nos surpreenda.

"A vida é um eterno perde e ganha um dia a gente perde um dia a gente apanha" (Mardelo D2)

Segundo Albert Einstein:

“Não pretendamos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”.

Sabemos todos que o ramo dos négócios é tomado de crises, um dia esta por cima outro por baixo, sendo que os dois dos principais princípios motivos da crise são: novas demandas sociais e a tecnologia.

As novas demandas sociais são os meios que as empresas estão se prepararando com "armas" de mercado que são: código de defesa do consumidor, meio ambiente,... uma empresa que se preocupe com o bem-estar da sociedade que está a sua volta. A tecnologia é um meio em que muitas pessoas possuem acesso de uma mesma informação o que pode caudar um GRANDE PROBLEMA, devido a interpretação e repercursão de certo caso.

Existem dois tipos de crises, as internas e as externas. As internas são quando os problemas são resolvidos com traquilidade, as externas que são mais complicadas devido uma grande repercursão que elas tomam com mobilização e são resolvidas com um consenso entre ambas as partes.

As crises passam por três estagios: pré-crise, ápice, pós-crise. São três fases que as crises como um todo são formadas. A pré-crise estabelece-se quando há uma percepção e análise de risco, ou seja, é quando empresas tem uma breve conhecimento aonde se encontra o erro, a ápice se estabelece é quando a crise já se encontra estabelecida e a pós-crise se estabelece quando a aplicação de plano de contigência que são as medidas que empresas devem tomar durante uma enventual crise.

Após esses três estágios, vem o papel de uma figura muito importante em tempos de crises, uma pessoa que digamos tentar amenizar a poeira, para que não se torne uma crise maior ainda o porta-voz que transmite a tudo e a todos de forma clara que realmente aconteceu, um cargo altamente responsável pela auto-estima da empresa, é ele quem irá colocar a empresa em evidência, como se nada tivesse acontecido.




Vejamos o quanto é importante ter a comunicação, em tempos de crises para a recuperação de imagem:

§A comunicação é importante em toda e qualquer crise, seja interna ou externa, envolvendo a Opinião Pública.
A opinião pública é uma "meio" que todos devem se preocupar devido a abrangência que tem,
utilizando-a de maneira equivocada pode-se digamos estar sepultando, mas sabendo conquistando-a estará dando um grande passo para a reconquista de seu público.

§Publicidade – adota atitude de recuo na hora da crise, depois é hora de agir em campanha institucional, para reconstrução de imagem
Outra arma muito importante é a publicidade, é ela que irá restabelecer a imagem que as pessoas tinham antigamente da empresa, mostrando com muita tranquilidade e segurabilidade que a empresa continua proporcionando os melhores serviços do mercado.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Blogs como ferramentas de gerenciamento da imagem das organizações


Hoje muitas pessoas estão deixando de lado a velha e boa ferramente site, para a nova e boa alternativa os blogs. Geralmente são gratuitos e podem ser mais dinâmicos, depedendo do conhecimento do criador.

Os blogs estão ganhando um espaço grande tanto para uso pessoal quanto para o uso empresarial, é aquilo as empresas tem que está sempre ligadas aonde e como seus públicos estão se comunicando.

Por ser um ambiente que qualquer pessoa possa criar, ou seja, dando a sua opinião sobre determinado assunto é o que preocupam as empresas, sobre a possível destruição de imagem, por isso muitas estão indo a frente criando blogs para que os funcionários possam estar interagindo sempre com a empresa.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O que torna as empresas mais queridas

O marketing de relacionamento está tornando ambiente mais harmonioso no mundo dos negócios, em um local que é mais propicio para a tensão, stress. Hoje a empresa que é considerada querida é aquela que conquista o seu cliente, seja pelo atendimento, por gestos,...

É o negócio principal do marketing é saber satisfazer as necessidades e desejos dos clientes!!!

As empresas estão investindo com apelos com propagandas emocionais, que são as que mais chamam a atenção e conquistando espaço no coração do cliente.

Mais o fato de uma empresa ser mais querida não significa que ela esteja bem completamente, ta certo, que conquistando o cliente e o deixando cada vez mais satisfeito é um ponto positivo, a partir do momento em que o mercado (concorrentes diretos) exije mais ai ocorre a cobrança dos investidores, que por um lado também querem um bem da empresa, mais estão querendo que ambos os lados se beneficiem, ou seja, o que importa pra eles.

Há uns itens ditos no texto que devem se destacar aqui, em relação as empresas serem mais queridas:
  1. elas alinham ativamente, e não apenas contrabalançam, os interesses de todos os grupos de stakeholders;
  2. os salários de seus executivos são relativamente modestos;
  3. elas operam no nível executivo segundo uma política de portas abertas;
  4. elas investem consideravelmente mais tempo no treinamento de seus empregados;
  5. a rotatividade de empregados é bem mais baixa
  6. elas dão poder aos seus empregados para assegurar que os clientes concluam uma transação com maior satisfação
  7. elas realizam um esforço consciente para empregar pessoas que sejam apaixonadas pela empresa e por seus produtos.

São várias dicas nas quais são citadas, mais o que eu vejo, é a questão aonde o colaborador se sentindo bem aonde está trabalhando, vai dar tudo de si no seu trabalho, e o bom atendimento, a boa recepção, é consequência do bom trabalho.

Uma empresa para se tornar querida não pode ter viseira de cavalo, e sim uma visão ampla de tudo o que está acontecendo, tem que estar preocupada com tudo principalmente com o bem de seus funcionários e de seus clientes, tem que ter um relacionamento de longo prazo.

A Construção da Imagem




Atualmente muitas empresas fazem grandes investimentos, ás vezes nem sabendo exatamente quanto irão gastar para ver ainda se terão um retorno positivo depois. Um termo bem utilizado pelo autor João Carlos são os valores intangíveis, nós quais ainda não possuem valores definidos. São atitudes que empresas devem tomar em horas de decisões, aquelas velhas histórias de que se a pessoa tomar a decisão certa é o "cara", mais se toma a decisão ao contrário "já era", é a chamada reputação empresarial. O processo decisório quase sempre é a diferença entre o sucesso e o fracasso.

Os valores intangiveis são como se fossem digamos uma "caixa de surpresa", muitas pessoas investem em algo primordial, achando que só através daquele fator que a empresa investiu darão o retorno que esperavam (ativos tangíveis), mais quando vê é um outro fator totalmente diferente. (ativos intangíveis).

Outra parte interessante a se falar é que o ativos intangíveis, sengundo Andrea "é uma área que vem crescendo bastante, as empresas estão buscando cada vez mais informações sobre os ativos não físicos". Ou seja, é uma área que está preocupando os especialistas, pois é algo que rola muito dinheiro encima, e tem que investigar para ver se não há algo de errado com isso.

Há uma sugestão dita pela Brand Finance, que é de comparar o fluxo de caixa de empresas do mesmo setor e do mesmo porte, o que da minha opinião é de modo negativo devido ao fato de empresas querem se privarem de tais informações e não quererem divuga-las.

A Construção da Imagem aqui é tratado pelo autor João Carlos, como mais jogadas de marketing, mais voltadada em relação ao ramo de negócios, aonde empresas tomam decisões na qual visam sempre a construção da imagem positiva da empresa.


sábado, 29 de agosto de 2009

Brand - Microsoft & Apple

Partindo do conceito que BRAND é fazer o consumidor acreditar que a sua marca é a única capaz de suprir de forma racional e emocional sua necessidade. Temos acima duas marcas multinacionais com objetivos parecidos mais com pretensões diferentes.

Apple - A Apple Inc. é uma empresa multinacional norte americana que atua no ramo de aparelhos eletrônicos e informática famosa principalmente pela fabricação do computador de marca registrada, Macintosh, com seu próprio sistema operacional, Mac OS, entre outros produtos. Fundada por Steve Wozniak e Steve Jobs com o nome de Apple Computers, em 1976, na Califórnia.
fonte: Wikipedia <http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple>

Microsoft - Foi fundada em 4 de abril de 1975 por Bill Gates e Paul Allen cujo objetivo era desenvolver e comercializar interpretadores da linguagem BASIC. Hoje a Microsoft é uma das empresas de tecnologia que mais investe em pesquisa e desenvolvimento no mundo. O nome Microsoft provêm da junção das palavras inglesas microcomputer e software.
fonte: Wikipedia<http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft>


Como podemos ver na figura acima, são marcas que tiveram um posicionamento diferente para seus públicos. Hoje a Microsoft encontra-se na grande maioria de computadores do mundo inteiro devido ao público ter um acesso digamos "fácil" aos seus sistemas, quanto a Apple ter um acesso voltado mais ao público A (pelo lado da informática), como dito anteriormente famosa principalmente pela fabricação do computador de marca registrada, Macintosh, com seu próprio sistema operacional, ou seja, a um computador que muitos países não possuem ainda devido ao fator de custo. Uma grande vantagem da Apple é que a empresa não só foca na informática quanto o ramo de aparelhos eletrônicos.
Voltando ao contexto que traz nós debatermos essa tema é a grande questão do BRAND, são duas marcas fortes dificilmente de serem batidas por alguma nova, devido a questão da EXPERIÊNCIA no mercado. Mundialmente as pessoas tem acesso aos sistemas da Microsoft o que faz com que a na área de Informática, ela seja a principal, digo isso pois no meu ponto de vista, vejo poucas pessoas (empresas) utilizarem o sistema da Apple.
Porém ao lado da Apple de trabalhar, com aparelhos eletrônicos do que só o lado da Informática, um grande diferencial com que pode fazer de muitas pessoas escolherem a mesma devido ao fato dela ser versátil.
A grande questão é como definir qual é a única capaz de suprir de forma racional e emocional a necessidade?
Pelo lado emocional fico com a Microsoft devido ao fato de me adaptar ao seu sistema rapidamente e durante muito tempo utiliza-lo.
Mais pelo lado racional escolheria a Apple, devido ao fato de me parecer mais tecnologo, apesar de usar uma vez em uma empresa, achei o sistema super simples e também a questão dela não só se fixar em um ponto.
Também vejo que hoje as empresas deveriam ter acesso só o sistema da Apple quanto o da Microsoft voltasse mais a população, mais daí não sei se ia desvalorizar a marca de anos da Microsoft.
Quem sabe futuramente não possa ter a junção das duas marcas???