segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Gestão de Crises


A pergunta é quem nunca passou por uma crise?
Tanto na vida pessoal quanto na vida empresarial.

Somos humanos falíveis e estamos direito ao erro, para que com eles possamos aprender e assim nas próximas oportunidades melhorar, ou estarmos sempre em busca de desafios para não deixar que algo nos surpreenda.

"A vida é um eterno perde e ganha um dia a gente perde um dia a gente apanha" (Mardelo D2)

Segundo Albert Einstein:

“Não pretendamos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”.

Sabemos todos que o ramo dos négócios é tomado de crises, um dia esta por cima outro por baixo, sendo que os dois dos principais princípios motivos da crise são: novas demandas sociais e a tecnologia.

As novas demandas sociais são os meios que as empresas estão se prepararando com "armas" de mercado que são: código de defesa do consumidor, meio ambiente,... uma empresa que se preocupe com o bem-estar da sociedade que está a sua volta. A tecnologia é um meio em que muitas pessoas possuem acesso de uma mesma informação o que pode caudar um GRANDE PROBLEMA, devido a interpretação e repercursão de certo caso.

Existem dois tipos de crises, as internas e as externas. As internas são quando os problemas são resolvidos com traquilidade, as externas que são mais complicadas devido uma grande repercursão que elas tomam com mobilização e são resolvidas com um consenso entre ambas as partes.

As crises passam por três estagios: pré-crise, ápice, pós-crise. São três fases que as crises como um todo são formadas. A pré-crise estabelece-se quando há uma percepção e análise de risco, ou seja, é quando empresas tem uma breve conhecimento aonde se encontra o erro, a ápice se estabelece é quando a crise já se encontra estabelecida e a pós-crise se estabelece quando a aplicação de plano de contigência que são as medidas que empresas devem tomar durante uma enventual crise.

Após esses três estágios, vem o papel de uma figura muito importante em tempos de crises, uma pessoa que digamos tentar amenizar a poeira, para que não se torne uma crise maior ainda o porta-voz que transmite a tudo e a todos de forma clara que realmente aconteceu, um cargo altamente responsável pela auto-estima da empresa, é ele quem irá colocar a empresa em evidência, como se nada tivesse acontecido.




Vejamos o quanto é importante ter a comunicação, em tempos de crises para a recuperação de imagem:

§A comunicação é importante em toda e qualquer crise, seja interna ou externa, envolvendo a Opinião Pública.
A opinião pública é uma "meio" que todos devem se preocupar devido a abrangência que tem,
utilizando-a de maneira equivocada pode-se digamos estar sepultando, mas sabendo conquistando-a estará dando um grande passo para a reconquista de seu público.

§Publicidade – adota atitude de recuo na hora da crise, depois é hora de agir em campanha institucional, para reconstrução de imagem
Outra arma muito importante é a publicidade, é ela que irá restabelecer a imagem que as pessoas tinham antigamente da empresa, mostrando com muita tranquilidade e segurabilidade que a empresa continua proporcionando os melhores serviços do mercado.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Blogs como ferramentas de gerenciamento da imagem das organizações


Hoje muitas pessoas estão deixando de lado a velha e boa ferramente site, para a nova e boa alternativa os blogs. Geralmente são gratuitos e podem ser mais dinâmicos, depedendo do conhecimento do criador.

Os blogs estão ganhando um espaço grande tanto para uso pessoal quanto para o uso empresarial, é aquilo as empresas tem que está sempre ligadas aonde e como seus públicos estão se comunicando.

Por ser um ambiente que qualquer pessoa possa criar, ou seja, dando a sua opinião sobre determinado assunto é o que preocupam as empresas, sobre a possível destruição de imagem, por isso muitas estão indo a frente criando blogs para que os funcionários possam estar interagindo sempre com a empresa.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O que torna as empresas mais queridas

O marketing de relacionamento está tornando ambiente mais harmonioso no mundo dos negócios, em um local que é mais propicio para a tensão, stress. Hoje a empresa que é considerada querida é aquela que conquista o seu cliente, seja pelo atendimento, por gestos,...

É o negócio principal do marketing é saber satisfazer as necessidades e desejos dos clientes!!!

As empresas estão investindo com apelos com propagandas emocionais, que são as que mais chamam a atenção e conquistando espaço no coração do cliente.

Mais o fato de uma empresa ser mais querida não significa que ela esteja bem completamente, ta certo, que conquistando o cliente e o deixando cada vez mais satisfeito é um ponto positivo, a partir do momento em que o mercado (concorrentes diretos) exije mais ai ocorre a cobrança dos investidores, que por um lado também querem um bem da empresa, mais estão querendo que ambos os lados se beneficiem, ou seja, o que importa pra eles.

Há uns itens ditos no texto que devem se destacar aqui, em relação as empresas serem mais queridas:
  1. elas alinham ativamente, e não apenas contrabalançam, os interesses de todos os grupos de stakeholders;
  2. os salários de seus executivos são relativamente modestos;
  3. elas operam no nível executivo segundo uma política de portas abertas;
  4. elas investem consideravelmente mais tempo no treinamento de seus empregados;
  5. a rotatividade de empregados é bem mais baixa
  6. elas dão poder aos seus empregados para assegurar que os clientes concluam uma transação com maior satisfação
  7. elas realizam um esforço consciente para empregar pessoas que sejam apaixonadas pela empresa e por seus produtos.

São várias dicas nas quais são citadas, mais o que eu vejo, é a questão aonde o colaborador se sentindo bem aonde está trabalhando, vai dar tudo de si no seu trabalho, e o bom atendimento, a boa recepção, é consequência do bom trabalho.

Uma empresa para se tornar querida não pode ter viseira de cavalo, e sim uma visão ampla de tudo o que está acontecendo, tem que estar preocupada com tudo principalmente com o bem de seus funcionários e de seus clientes, tem que ter um relacionamento de longo prazo.

A Construção da Imagem




Atualmente muitas empresas fazem grandes investimentos, ás vezes nem sabendo exatamente quanto irão gastar para ver ainda se terão um retorno positivo depois. Um termo bem utilizado pelo autor João Carlos são os valores intangíveis, nós quais ainda não possuem valores definidos. São atitudes que empresas devem tomar em horas de decisões, aquelas velhas histórias de que se a pessoa tomar a decisão certa é o "cara", mais se toma a decisão ao contrário "já era", é a chamada reputação empresarial. O processo decisório quase sempre é a diferença entre o sucesso e o fracasso.

Os valores intangiveis são como se fossem digamos uma "caixa de surpresa", muitas pessoas investem em algo primordial, achando que só através daquele fator que a empresa investiu darão o retorno que esperavam (ativos tangíveis), mais quando vê é um outro fator totalmente diferente. (ativos intangíveis).

Outra parte interessante a se falar é que o ativos intangíveis, sengundo Andrea "é uma área que vem crescendo bastante, as empresas estão buscando cada vez mais informações sobre os ativos não físicos". Ou seja, é uma área que está preocupando os especialistas, pois é algo que rola muito dinheiro encima, e tem que investigar para ver se não há algo de errado com isso.

Há uma sugestão dita pela Brand Finance, que é de comparar o fluxo de caixa de empresas do mesmo setor e do mesmo porte, o que da minha opinião é de modo negativo devido ao fato de empresas querem se privarem de tais informações e não quererem divuga-las.

A Construção da Imagem aqui é tratado pelo autor João Carlos, como mais jogadas de marketing, mais voltadada em relação ao ramo de negócios, aonde empresas tomam decisões na qual visam sempre a construção da imagem positiva da empresa.