domingo, 25 de outubro de 2009

Marketing de Luxo - Case Louis Vuitton

O marketing de luxo sempre esteve presente na sociedade, desde a antiguidade em tempos em que a riqueza associava-se a luxiosidade. Aqui pode-se citar a figura de Cleópatra, onde se esnobava de tanto glamour. Imaginem naquela época se a Cleópatra visse suas escravas, utilizando as mesmas roupas que ela, com certeza ela iria ter um treco.

O luxo antes era mais designado a pessoas que possuíam maior poder aquisitivo, pode-se perceber que isso foi rompendo-se com o tempo, antigamente o luxo estava associado à riqueza hoje está mais visto como o poder de embelezar-se. Com isso voltamos à questão de que até as pessoas que possuem pouco de poder aquisitivo, podem se considerar luxuosas. Grande exemplo disso, é quando coloca-se uma roupa nova se embeleza-se um pouco, e aparece uma pessoa para você e diz: “Meu Deus como você, está chique!”.

Dependendo em que contexto pode-se associar o luxo, ele pode estar presente em características pessoais como: simplicidade, humildade, exclusividade, etc. Pois são características em que se podem determinar a luxiosidade de uma determinada pessoa.

Em conseqüência disso pode-se constatar que o luxo está presente a tudo aquilo que se compra para fazer bem, são considerados como produtos hedônicos, ou seja, que dão prazer àqueles para as pessoas que o compram. Para toda marca de luxo há um segmento no mercado, ou seja, há um publico específico que possui condições de pagar os preços exorbitantes para realizar suas vontades.

No Brasil, esse mercado cresce 35% ao ano e fatura R$ 2,4 bilhões, contando apenas as marcas tradicionais, a tendência se confirma: cresce a procura por profissionais formados em anos de mercado e com um diploma de peso no currículo para gerir as subsidiárias locais.
Nos últimos cinco anos, desembarcaram por aqui a exclusiva joalheria Tiffany, a única loja do estilista italiano Giorgio Armani na América Latina, a fabricante de relógios Bulgari, a grife italiana de jeans Diesel e sua conterrânea Dolce & Gabbana. Também a Louis Vuitton, um dos símbolos máximos desse mercado, transferiu para São Paulo sua filial na América Latina, antes sediada em Buenos Aires, na Argentina.

O perfil do luxo no brasileiro:

  • Os produtos mais consumidos são: moda, bebidas, jóias, cosméticos e hotéis.
  • As marcas mais consumidas são: Armani, H Stern, Tiffany, Channel e Luis Vuitton.
  • O perfil consumidor no Brasil são mulheres de 26 à 35 anos, casadas, sem filhos, formação superior, paulistanas e gastam R$ 5.800,00 por mês

Analisemos agora uma das marcas que atualmente tornou-se a maior potência do luxo mundial.

Sua trajetória começou em 1854 quando o Louis Vuitton fabricou as primeiras malas para a imperatriz Eugenie, esposa do imperador Napoleão III, da França, e como toda a empresa de sucesso passa por inúmeros no decorrer de sua história até chegar ao seu status. Hoje a loja encontra-se com:

  • 400 lojas espalhadas pelo mundo;
  • A empresa fatura 5 bilhões de dólares;
  • 16ª marca mais valiosa do mundo (segundo uma pesquisa consultoria Interbrand)
  • Conta com a participação do empresário Bernard Arnault, 13º mais rico do mundo, com patrimônio estimado em 25,5 bilhões de dólares;
  • 414 lojas franquiadas são próprias.
  • A empresa possui dezenas de arquitetos pelo mundo – só em Paris são mais de 30.
  • Fatura 20 bilhões de dólares por ano e possui cerca de 60 marca e seus materiais são altamente valorizados por sua autonomia de produção: uma bolsa é feita por grupo de 6 a 12 funcionários.
  • Toda a nova estratégia do grupo vai depender de um bom desempenho nos mercados emegentes, um deles é o BRIC (Brasil, Russia, India e China).

Anteriormente a Louis Vuitton era reconhecida apenas como uma empresa de acessórios, até a chegada de Marc Jacobs em 1998. Aconteceram duas mudanças:

1. De imagem – com os desfiles de roupas, deram a LV uma aura fashion que uma empresa de bolsas dificilmente consegueria. As roupas vendiam pouco, estimava-se que apenas significavam apenas 10% das receitas das marcas.
2. Intensa verticalização dos negócios da empresa – novas fabricas foram construídas e mesmo os produtos terceirizados passaram a ser submetidos a um rigoroso controle de qualidade.

Suas coleções resgataram o prestigio da marca e o tornou o rosto da empresa, com Marcos Jacob a empresa passou a ser uma marca de moda.

Redes Sociais - Case Kmiseteria


Rede Social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. A rede é responsável pelo compartilhamento de idéias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados.

Essas redes sociais estão hoje instaladas principalmente na Internet devido ao fato desta possibilitar uma aceleração e ampla maneira das idéias serem divulgadas e da absorção de novos elementos em busca de algo em comum.

Segundo Fritjof Capra, "redes sociais são redes de comunicação que envolvem a linguagem simbólica, os limites culturais e as relações de poder".

As Redes Sociais Virtuais são grupos e/ou espaços específicos na Internet, que permitem o compartilhamento de dados e informações, sendo estas de caráter geral ou específico, das mais diversas formas (textos, arquivos, imagens fotos, videos, etc.). Há também a formação de grupos por afinidade, com ou sem autorização, e de espaços específicos para discussões, debates e apresentação de temas variados (comunidades, fóruns, twitter, sites de relacionamento).
Hoje as Redes sociais são responsáveis por 62% do tráfego na internet brasileira e são uma das principais formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais. As redes sociais mais populares no Brasil são:
Orkut, rede social filiada ao Google, criada em 24 de Janeiro de 2004 com o objetivo de ajudar seus membros a criar novas amizades e manter relacionamentos;
  • Flickr, site de hospedagem e partilha de imagens fotográficas (e eventualmente de outros tipos de documentos gráficos, como desenhos e ilustrações);

  • Facebook, website de relacionamento social lançado em 4 de fevereiro de 2004.

  • Twitter, rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos.

A internet surgiu como uma forma de comunicação militar nos Estados Unidos. A partir de 1995 houve o BANG no mundo, onde muitos a aderiram para as suas necessidades. A Internet hoje pode repassar informações muitas vezes restritas em alguns locais.

A comunicação online está cada vez mais acessível às pessoas, um dos principais fatores a esses acontecimentos se dá a conectividade, onde a proximidade de tudo e de todos se tornou mais facilitada.




Um dos grandes cases das redes sociais virtuais é a empresa Camiseteria, onde mostra a evolução de um mercado globalizado, utilizando os meios mais populares de redes sociais, onde pode-se destacar o twitter como meio de competição para realizar artes de estampas para camisetas.

A Camiseteria tem como objetivo atrair um usuário que goste de trabalhar com desenhos, assim este acaba enviando o layout para o site. Os empresários colocam a imagem como a estampa das camisetas e colocam a venda. Caso obtenham muitas vendas, a pessoa que forneceu o layout ganhar uma porcentagem do dinheiro. O processo inteiro é realizado pela internet, para participar é só se cadastrar no site http://www.camiseteria.com/

sábado, 24 de outubro de 2009

Case Nestle



Abaixo segue em forma de tópicos o porque a empresa Nestlé, torna-se uma empresa que possui reconhecimento, em todo o país.
  • A estratégia de investir no futebol tem a ver com o posicionamento da empresa, que é estar associada a conceitos de nutrição, saúde e bem-estar.
  • Filosofia de Zurita “TORNAR A NESTLÉ CADA VEZ MAIS POPULAR”
  • Nestlé foi eleita, por consumidores de todas as classes sociais, a segunda empresa de maior prestigio de Anuário. Época NEGÓCIOS100 e a campeã em indicadores como qualidade dos produtos, confiança e ética e admiração.
  • A Nestlé só tinha produtos para a Classe A.
  • Zurita queria resgatar na Nestlé:

    O poder individual do produto, vinculado a marca mãe e com capacidade para atingir todos os públicos:

    1. A primeira medida foi substituir 16 ou 18 diretores que estavam na casa, trazendo executivos mais afinados em filosofia.
    2. Em seguida eliminou 50 marcas do portifólio, num total de 500 itens.
    3. Processo de regionalização, dividindo os vários cantos do Brasil por perfil socioeconômico e de consumo.
    4. Após dividiu criando os chamados guardiões da marca - executivos responsáveis por cada uma das grifes da Nestlé.
    5. Ao total são 17 líderes de unidade de negócios que tem orçamento próprio e trabalham com cédulas independentes dentro da companhia.
    6. Foi desenvolvido o Share Service divisão que presta serviços comuns a todas as áreas que compõem uma empresa.
  • Os produtos Nestlé passaram, então, por ampla reforma visual-alguns, como os chocolates, batizados com o próprio nome da empresa.
  • Incessantes pesquisas com os consumidores. A Nestlé despacha funcionários para 200 dois mais ponto-de-vendas do país.
  • MISSÃO: observar hábitos de compra de quem está adiante das gôndolas.
  • Visitas rotineiras de casas de família de baixa renda para detectar os anseios dessa classe.
  • Imersão nos lares de quem está na chamada base da pirâmide tornou-se prática e corriqueira entre fabricantes de alimentos bebidas ou produtos de higiene e limpeza.
  • Da abordagem realizada pela Nestlé, surgiu a idéia de criar um sistema de venda direta parecidos com da Avon e Natura – casos estudados pela empresa.
  • Atualmente 5,8 mil mulheres circulam com carinhos pintados com as cores da empresa nas ruas da periferia de São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória, Curitiba e Belo Horizonte para venderem kits com produtos da marca.
  • Os produtos vendidos na porta dos consumidores custam entre 15% a 20% mais caro do que nos supermercados. A vantagem é podem pagar a contar no dia em que recém o salário ou parcelar.
    Além disso é uma forma de gerar recursos para as mulheres que vendem os produtos Nestlé. São donas de casa sem nenhum tipo de experiência.
  • Em investimentos de R$ 100 milhões com classe de baixa renda, a Nestlé faturou R$ 300 milhões.
  • Quando Zurita assumiu o comando da filial brasileira, o faturamento era de R$ 5,9 bilhões e em, 2007 chegou a 13 bilhões.
  • Segundo a consultoria Brand Finance, a marca Nestlé, no Brasil, está avaliada em R$6,3 bilhões, no quinto lugar do ranking das 100 mais valiosas do país.
  • A Nestlé Brasil com as empresas coligadas está presente em 98% dos lares brasileiros. São 28 unidades industriais localizadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Espírito Santo.
  • Emprega 16,7 mil colaborados diretos e gera outros 220 mil empregados indiretos, que atuam na fabricação. Comercialização e distribuição dos 1,3 mil itens das 200 marcas que a empresa vende no país.
  • Pra jovens entrevistados pela Troiano para o Anuário Época NEGÓCIOS 100, a Nestlé é considerada a empresa de maior prestigio no Brasil, a frente da Petrobras. Prestigio que cada vez aumenta com os projetos sociais da Nestlé. Um deles é o Programa Faz Bem Nutrir, já beneficiou 865 mil crianças e, 3 mil escolas.
  • Programa Faz Bem Nutrir: lançado em 1999, tem como objetivo prevenir, por meio da educação alimentar, a desnutrição em crianças e adolescentes de 5 a 14 anos, que vivem em condições socioeconômicas desfavoráveis. Os 8,5 mil educadores capacitados pelo programa transmitem com base em uma metodologia lúcida, conceitos de saúde, higiene e aproveitamento máximo dos alimentos.
  • Outro importante princípio da empresa é de não importar matéria-prima.