quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Crise do Apagão



Essa imagem traduz o verdadeiro sentimento que nós brasileiros estamos passando. Mais um assunto polêmico a ser tratado aqui, sobre nosso querido país Brasil, a crise do APAGÃO, mais essa é apenas mais uma de várias crises que estão por vir. A pergunta é que fica: "O que mais falta acontecer?"


Em um país com riquezas naturais, em muitas áreas sendo auto-sustentável, passando mais uma vez por essa crise. Em uma presidência ridicula, por um presidente analfabeto, que em casos que a corrupção é flagrada, me fala que as imagens não provam nada. Meu Deus aonde vamos parar!


Bom então vamos falar um pouco do escândalo do apagão, pois reclamar não adianta nada, o que nos basta é só REZAR para dias melhores.


"Apagão" é um termo que designa interrupções ou falta de energia elétrica freqüentes, como Blecautes (do inglês blackout) de maior duração.




O primeiro apagão ocorreu nos dois últimos anos do governo de Fernando Henrique Cardoso, em 2001 e 2002, sendo causado por falta de planejamento e investimentos em geração de energia. Abaixa segue uma ilustração IRÔNICA que realmente é que o brasileiro tem que fazer é esquecer os problemas e pagar por impostos que são revertidos em salários de deputados, senadores corruptos.




Pra não faltar defeito depois de inúmeros acontecimentos (mensalão, desvios e mais devios) na presidência de Lula surge mais uma vez o APAGÃO mais agora do Lula, vamos a alguns fatos, segundo Ricardo Noblat:
  • Apagão do Bom Senso: segundo Tarso Genro foi um micro incidente. Afetou 18 estados e 88 milhoes de pessoas. Sobrou para sete milhões de paraguaios . Durou cinco horas e 47 minutos, onde pela primera vez param todas as turbinas da hidréletrica de Itaipu.
  • Apagão de Gestão: um ou três raios no interior de São Paulo desliguem Itaipu e apaguem o país. Falhou o sistema de “ilhamento” capaz de confinar o problema a uma só região.
  • Apagão de responsabilidade: Lula sumiu. Dilma Rousseff, também sumiu. Edison Lobão, o atual ministro, foi escalado para ser "a cara do apagão".
  • Apagão de comunicação: o falatório desconexo das autoridades e dos técnicos adensou a escuridão. As explicações desencontradas comprovaram que o governo não tinha a mínima idéia sobre o que dizer à população no primeiro momento – nem no segundo.
  • Apagão de compostura: Dilma foi grosseira com os jornalistas. Só faltou jogar nas costas da mídia a culpa pelo apagão.
  • Apagão de respeito ao cidadão: em toda a algaravia produzida pelo governo havia apenas uma preocupação comum: bater forte na tecla de que o apagão da dupla Lula/Dilma não era tão grave quanto o apagão de Fernando Henrique Cardoso.
  • Apagão de autoridade: empenhado em tentar esquecer o assunto, o governo atravessou a fronteira que separa o legítimo exercício do mando do deplorável exercício do autoritarismo.
  • Apagão de gerência: um setor técnico e estratégico como o de energia foi loteado entre os dois maiores partidos da base do governo: PT e PMDB.
  • Apagão de regulação: criadas no governo FHC para regular os principais setores estratégicos com base em critérios técnicos e a salvo de ingerências políticas, as agências foram desidratadas de recursos e aparelhadas politicamente.
  • Apagão de hierarquia: para evitar guerra interna e sabotagens entre aliados que dividem o comando do setor de energia, Lula deu todo o poder a Dilma para comandar os comandantes.

Bom pessoal após tudo isso realizado por Ricardo em uma sacada genial em falar como tudo envolve o apagão encerro esse assunto como nosso querido presidente fez ao saber do APAGÃO.........................................................................................................................................................

Classe C

O que falar da nossa querida, amada e adorada Classe C, do qual a maioria dos brasileiros se encaixam e que se não fossem meus queridos pais, com certeza estaria fazendo parte da mesma. A classe que eu admiro e que de certo modo faço parte, por ser um povo trabalhador, honesto e digamos com a cara do Brasil.

Bom mais vamos falar porque as grandes esperanças das empresas estão depositadas na emergente classe C. Uma pesquisa exclusiva mostra como esses 80 milhões de brasileiros se dividem, como se comportam.

"Há 15 anos, as empresas pegavam os produtos que desenvolviam para os ricos e os ‘depenavam’ para vender aos consumidores de baixa renda", diz Rodrigo Azevedo, gerente-geral de marketing para refrigeração da Whirlpool. "Hoje, para estar à frente dos concorrentes, é crucial encontrar maneiras de oferecer a esses consumidores aquilo que eles realmente desejam."

Para vermos como a sacanagem já comia a solta, digamos o resto da comida que sobrava dos ricos, eram designadas para nós. A gentalha como diria o nosso amigo Kiko do Chaves. O que realmente um absurdo, pois me vem a cabeça uma música do Zeca Pagodinho: "É gente que vive chorando de barriga cheia", pois hoje a maioria do consumo são voltados para essas pessoas, vejo isso bastante nas CASAS BAHIA..uhauhauha (24 vezes sem juros "SÓ AMANHÃ NAS CASAS BAHIA")


Segundo o estudo, em 2005, 15% da população brasileira estava nas classes A/B de consumo, 34% na classe C e 51%, nas classes D/E. Em 2006, houve uma migração: 18% estavam nas classes A/B, 36% faziam parte da classe C e 46% estavam nas classes D/E.

O que percebe-se é que a classe C é que domina o grande centro das atenções do consumos, o que faz com que muitas das empresas se voltem a esse segmento de mercado.

A despeito dos possíveis protestos dos politicamente corretos, a declaração de Azevedo pode ser traduzida assim: o consumidor da classe C se transformou num pobre exigente. Num movimento iniciado em 2000 - e intensificado nos últimos três anos, com o aumento da renda do brasileiro e a abundância de crédito -, esse consumidor ascendeu socialmente e passou a se deliciar com as possibilidades de consumo, tornandose o grande vetor de crescimento do mercado doméstico. Hoje, em meio à crise financeira, atender às suas demandas tornou-se ainda mais premente, já que muitas empresas acreditam que a baixa renda é que vai segurar boa parte do consumo interno.

Quanto mais miram na classe C, mais as empresas sentem a necessidade de conhecer a fundo esses consumidores.
Uma pesquisa encomendada pela agência Nova S/B ao Ibope - e obtida com exclusividade por EXAME - acaba de revelar novas informações sobre esse universo. "Tendemos a ver esses consumidores como um monolito, mas isso é um erro", afirma João Roberto Vieira da Costa, sócio da Nova S/B.
  • O primeiro passo do levantamento, iniciado em junho do ano passado, foi analisar os dados contidos em 4 500 entrevistas feitas com consumidores da classe C para o estudo Target Group Index, do Ibope Media. Os pesquisados foram homens e mulheres com idade entre 18 e 64 anos, residentes no Sul, no Sudeste e no Nordeste do país, responsáveis por, pelo menos, 50% das compras da família e com renda média mensal de 1 300 reais - um grupo de pessoas que representam cerca de 30,5 milhões de brasileiros.
  • Depois dessa análise, o instituto partiu para uma segunda fase. Nela, pesquisadores e funcionários da agência de publicidade monitoraram por três meses o uso que 31 homens e mulheres emergentes, com renda familiar mensal entre 1 000 e 2 500 reais, faziam de seus recursos. O objetivo era demonstrar que esse público não tem um comportamento uniforme, e sim perfis diferentes. O acompanhamento foi feito por meio de um diário de despesas, em que os consumidores anotaram seus gastos durante os meses de setembro, outubro e novembro do ano passado. A conclusão é que essa gigantesca massa de consumidores pode ser dividida em três tipos bastante distintos.

Um dos perfis que o estudo identificou é o que o Ibope e a Nova S/B batizaram de consumista.
Constata-se através de todos esses dados que as empresas se focam em mercados consumidores que crescem gradativamente e desproporcionalmente. A classe C, é que mais cresce, devido a grande piada de não terem TV em casa..